Vivendo à moda antiga …

Às vezes eu paro e penso no como eu queria ter nascido antes. Eu queria ter nascido naquela época onde as mocinhas andavam com aqueles vestidos rodados enooooormes e guarda-sol e os mocinhos de chapéu, terno e gravata. Nem tanto por eu achar o máximo homens de terno, nem por ficar brava quando eu vejo dentro do metrô várias mulheres em pé enquanto um monte de “marmanjão” estão sentados. Mas porque tudo era mais bonito, poxa. Além de existir o cavalheirismo, que hoje só existe em pensamento e nas más intenções dos homens quando querem conquistar, existia também toda a delicadeza nas ações e nas palavras. Não tô falando daquele português difícil recheado de “a senhorita me daria a honra de uma dança?” nem tão pouco de farmácia com PH. Às pessoas quando se interessavam umas pelas outras passavam meses, eu disse ME-SES, se olhando, indo todo santo dia ao mesmo lugar com toda a paciência de *JÓ* só para se encontrarem e trocarem somente um olhar. As pessoas tinham medo da reação das outras pessoas, quando resolvessem assumir um romance. Sim. Naquela época era “romance”. Conversavam muito, se entendiam, e o resto era tudo uma grande consequência. Pediam permissão para quase tudo. Era tudo muito bonito, muito natural. Não existia medo de traição, medo de decepção, medo de ser passado pra trás, simplesmente porque as pessoas levavam à sério os sentimentos e as palavras jamais eram da boca pra fora. Nunca ouviram falar na expressão “se eu falei tá falado?”. Naquele tempo uma palavra era lei, se alguém desse *à palavra* não voltava à trás, muitas vezes nem de contrato precisavam. Tempos difíceis, onde todos tinham que ter muita paciência se queriam conquistar alguma coisa ou alguém. Ultimamente tô identificando mais pessoas que também gostariam de fazer parte daquele tempo. Onde foi parar todos aqueles ensinamentos tão rigorosos daquela época nem tão muito distante assim? Dá pra usar pelo menos no metrô, meninos?

Um elefante incomoda muita gente. Uma pessoa feliz, incomoda, incomoda muito mais !

Eu sempreeeeee disse que uma pessoa feliz incomoda. Se você vê alguém sorrindo pelos cantos, feliz, rindo à toda você logo quer saber o motivo de tanta felicidade, não é? É. Não adianta dizer que você não é assim, porque isso também é um mal da humanidade. Não é nem tanto inveja. Eu diria que é mais por curiosidade mesmo. Somos seres curiosos, querendo ou não a vida alheia nos diverte. Não vivemos em uma ilha deserta nem dentro de uma bolha. Fomos treinados para isso. Ok. A primeira parte sobre pessoas felizes que incomodam eu já consegui concluir, agora vamos para a segunda parte. Como diria meu queridíssimo amigo Eduardo, vamos enxergar por outra *ótica*. A felicidade é algo muito complexo mas que todos nós gostamos de compartilhar com o universo e todos que nele habitam. É nor-mal. É como se nada adiantasse estarmos felizes se não pudessemos contar a todos o porque. Sim. Além de curiosos somos fofoqueiros de nós mesmos! Podem reparar! Se algo bom te acontece, você quer compartilhar com seus amigos, com as pessoas ao seu redor que convivem contigo, com as pessoas que torcem por você, que estão sabendo da história, com todo mundo!!!! Do que adianta você conseguir aquilo que tanto quis, ficar feliz e não compartilhar com ninguém? A graça é contar, é atualizar! Mas um toque é sempre bom dar, né. Aí vai: Cuidado! Se as coisas boas estão te acontecendo guarde para você. Se você está feliz com alguma coisa, não precisa provar para o mundo que você está. Basta! Porque tem muita gente pra torcer à favor, fica do seu lado e fica feliz por ver você feliz, mas também tem uma porrada de gente que fica incomodada ao ver esta felicidade toda e às vezes você nem percebe que está incomodando. Então pense meia vez antes de expressar toda a sua felicidade através de frases no msn, fotos, mensagens etc… porque a pessoa *errada* pode estar vendo e aí meu amigo, nem sal grosso vai resolver seu problema. Entenderam o recado ?

A TV influencia as pessoas e a MODA das mesmas ?

Sempre acreditei que a *TV* tinha grande influência nas idéias mirabolantes das pessoas. Bastava um personagem da novela colocar um grampo colorido pro lado esquerdo do cabelo, que lá iam todas as meninas em direção à 25 de março, comprar um grampo igual. Mas não parava por aí. Além da alta influência na moda, também tinha influência nos queridos discursos diários. Sabe aquela frase que aquela personagem fala toda hora? Pois é, daqui à pouco está todo mundo falando também. E por aí vai. O jeito de andar, o jeito de falar, o jeito de se vestir, tudo é altamente influenciável. Mas andando pelo centro de São Paulo, esta teoria se desfaz e cai por terra. Hoje pela manhã eu passei por pelo menos três pessoas que me provaram que a *TV* nem sempre faz moda. Estes três queridos seres pensantes criam seu próprio estilo, fazem sua própria moda e me provaram que não são nem um pouco influenciados pela *TV* e seus respectivos personagens. Vou descrever uma destas pessoas: Ela estava com uma calça jeans (até aí nada de anormal levando em consideração que eu mesma sou adoradora das calças jeans!), com uma blusa laranja, um casaquinho estilo “cowboy eu tô aqui” marrom de couro por cima, um óculos escuro, uma bolsa de tricô vermelhinha, uma bota lilás de *plástico* (parecia aqueles sapatos que as mães compram para as crianças que vem com reloginho, sabe?) e para completar um lindo e verde lenço com notas musicais detalhadas em branco. Sim. Eu disse NOTAS MUSICAIS. Se a influência da *TV* é negativa eu não sei, mas sem dúvida alguma, de vez enquando ajuda as pessoas a se orientarem na hora de abrir o guarda-roupa. Gente, vistam-se de acordo com sua própria moda, mas não inventem demais, please!!!

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Você já tentou de tudo para trazê-lo de volta, mas ele parece cada vez mais distante. Revive cada conversa, busca conselhos, mas a dúvida e o medo só aumentam. Ficar se lamentando não adianta. A boa notícia? Se você o conquistou antes, pode reconquistá-lo!

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