Na minha mesa de trabalho tenho uma porção de coisas. Fatalmente não passaria pelas normas da ISO, mas procuro deixar tudo confortável como se eu estivesse na minha casa. Interessante, não? Desta forma me sinto em ambiente *amigo*. E é tããão agradável! Não coloco fotos na mesa, porque as pessoas são estranhas e eu teria que ficar mudando-as toda hora. Mas tem meu vazinho de violeta que simula a árvore do meu quarto, mesmo porque eu esqueço de regá-la assim como esqueço da minha árvore. tem meus livros prediletos, que simula a minha biblioteca da sala, tem uma porção de coisinhas coloridas que me lembram que eu sou pequenininha, poxa! Mas venho aqui falar de um objeto singular. UMA PEDRA. (som de terror estrondoroso ao fundo). Sim. UMA PEDRA. Desde o dia que eu a enxerguei dentro de um vaso com outras tantas eu a quis. A quis com toda a força que me cabia naquele momento. A quis e a conquistei. A retirei do vaso e levei para minha mesa. Ela estava lá, enfeitando meu habitat trabalhal. Uma bonita e grande pedra branca. Eis que hoje encontrei utilidade para ela. Papéis começaram a tomar vôo em minha mesa, culpa do ventilador que está dedicado a minha pessoa e eu numa brilhante performace olhei para ela e enfim a utilizei colocando-a sobre os papéis que não mais voaram. Sim. Até as pedras são úteis. Tá vendo só pessoas ímpares, vocês não vivem dentro de uma bolha, viu. Olhe em sua volta. É o mundo! Junte-se!
Dia: 21 de agosto de 2008
Trabalhar em cartório, é…
Senhora: Eu vim procurá meu irmão Atendente: Sim senhora, sabe em qual setor ele está? Senhora: Não, ele não tá aqui, faz 7 anos que perdemos contato, quero achar meu irmão! Atendente: Senhora, aqui é um cartório, sugiro que a senhora vá até uma delegacia para que eles te auxiliem melhor. Senhora: Você não tá me entendendo! Vim aqui procurar meu irmããããããooooo! Atendente: Mas aqui não fazemos este tipo de serviço, aqui é um cartório! Senhora: Aé é! Claro que fazem! Olha a plaquinha ali: “SETOR DE PROCURAÇÃO”.
Aluninhos da USP e a saga continua…
Continuo esbarrando por aí com alguns queridos alunos da USP de direito e cada vez mais me convenço de que ser estranho, bobo, ter voz mole, falar em estilo nhenhenhê usando o “tipo assim” em todas as frases e ter orgulho de dizer que está “cabulando aula” são requisítos básicos, senão primordiais para serem aprovados. É como se além da primeira e da segunda fase existisse ainda uma terceira onde o pretendente à vaga tivesse que passar não meia hora, mas somente 2 minutos numa conversa informar com o “tio que analisa”. Se o TIO QUE ANALISA observasse estes pré-requisitos báááásicos e fundamentaaaais, pode apostar que a vaga estava garantida! Só pode funcionar desta forma. Se não é assim, deve haver alguma maldição sobre o curso de direito da USP. Salvo que não conheci alunos dos demais cursos. E se alguém aí é ou conhece alguém de lá que NÃO É ASSIM, por favor nos conte como passou no processo seletivo! Ficamos extremamente agradecidos! Gracie, Thanks, arigatô! (tem para todos os gostos!)
Da série: Santo de casa não faz milagre. Parte 2
“Pai, você é o único homem da face da Terra que não pode deixar de me atender quando eu ligar. E no segundo toque. No máximo.”
Da série: Santo de casa não faz milagre. Parte 1
Mamãe prometeu ontem o que não pôde cumprir. Enquadro ela no artigo escrito ontem aqui ou não enquadro? Heim, heim? Até tu brutus? =)