Queria escrever um tratado sobre as verdades que escutamos e que dói. Dói porque sabemos que são verdades, mas tentamos não enxergar poupando-nos com verdades inventadas. Queria complementar com fatos que ocorrem no cotidiano da grande maioria, onde somos testados com verdes de todas as tonalidades disponíveis no mercado. Queria deixar meu testemunho sobre como é legal ver a pessoa que mais confiamos e gostamos achar que seríamos induzido por este mesmo verde. Queria relatar o como menosprezar a inteligência alheia pode custar caro. Mas me faltam as palavras. Penso que posso ser meio grossa. Melhor deixar pra lá, né.
Dia: 19 de agosto de 2008
É o fim do mundo todo dia da semana
Se não é, é como se fosse. Vivemos um dia de cada vez como se fosse o último. Realizando o máximo que podemos todo santo dia. E ainda temos tempo para deixar acontecer naturalmente. E que o natural não nos escute. Vivemos atropelando os fatos, esperando pelo melhor, pedindo paz, exigindo o amor. Somos exigentes, poxa! Mas a preguiça não nos deixa levantar para buscar um copo de água, dá pre-gui-ça! Mas queremos mudar o mundo. O mundo inteirinho. Vamos.
Delicadezas da Idade Média…
irmão: Eu escrevo todos os meus pedidos no papel e depois queimo! irmã: Nossa! Você tem espírito de bruxo!